Virgínia Woolf é uma das escritoras que mesmo sem ter lido o livro eu indico mesmo assim. Leia "Um teto todo seu". Foi assim no amigo-livro secreto ano passado no Leia Mulheres aqui de Udi;

Eu dei "A Arte do Romance".

Eu estou atrás de um tema novo para o blog e coisas vão acontecer aqui nesse país internet em fevereiro: eu tenho oficialmente uma identidade visual pensada exclusivamente pra mim e pros meus trampos feita pela Camila, então é hora de um novo rostinho pra esse canto, que eu sinceramente não sei se vou deixar só como blog ou se trago o portfólio pra cá e junto tudo (provavelmente não, preciso de um lugar pra escrever coisas assim - livres). E confesso que sair de verdade daqui depois de 5 anos dá uma preguiça...

Pensando nas roupas que vou usar nos bloquinhos que finalmente vão ter nesse interior, e lidando com roupas de ballet com tamanhos estranhos demais.

Era agosto de 2015 e eu estava escrevendo sobre aprender a respirar. Foram quatro anos e cinco meses para eu definitivamente me inscrever numa academia de dança e 1 mês depois cá estou eu com dois collants e um joelho roxo. (Aliás, cá estou eu conciliando O ÚLTIMO ANO de faculdade, com o francês e com a dança.).

Antes de dezembro eu tinha um total de zero roupas de academia, fingia fazer yoga e achava que nunca ia sair de legging na rua. Sapatilhas de meia ponta não são nem um pouco caras, paguei míseros R$30 numa Capézio de sola partida. Collants da Só Dança são muito mais confortáveis do que os da Capézio (média  de 1 para 1, porque tenho um de cada). Os números do ballet são bizarros: minha sapatilha é 37 e meu collant é G quando na "vida real" uso 35 e P respectivamente. Minha perna é em X, mas minha coluna é uma porcaria. Melhorando um "fecha as costelas de cada vez".

Saudades de quando estava frio o bastante às 9:00 pra sair de camisa jeans.


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